Escolas de Samba do Rio de Janeiro estão produzindo EPIS, equipamentos de proteção individual para serem utilizadas por profissionais de saúde no combate ao Coronavírus.

A solidariedade das agremiações e seu eficiente time de costureiras é muito bem vinda. Isso porque, os EPIS como máscaras e capotes não podem ser reutilizados e, com o crescimento da demanda, os profissionais de saúde acabam por ficar desprotegidos.

A RioSaúde fornecerá tanto o material para confecção dos EPIS, quanto máscaras e álcool em gel para que as costureiras das escolas de samba façam a proteção e higienização das mãos antes de manusear o tecido.

Seguindo a empresa, a Unidos de Padre Miguel recebeu no sábado 04/04, 18 rolos do tecido específico (TNT de gramatura 30) como manda a ABNT. São 2 mil metros de tecido para confecção de capotes que iniciou-se imediatamente já no domingo dia 05/04 e já foi entregue na segunda, dia 06/04 para distribuição, tamanho o empenho das costureiras da escola.

O presidente da Rio Saúde agradeceu “Nos reinventamos em busca de soluções e encontramos acolhida já em duas escolas de samba, a quem muito agradecemos por entrar conosco nessa empreitada”.

A Vila Isabel também entrou na força tarefa com pelo menos 06 costureiras produzindo mais capotes.

A campeã do Carnaval 2020 Unidos da Viradouro, não ficou de fora: Começou a produzir máscaras para distribuição inicialmente aos componentes sobretudo idosos integrantes da Velha Guarda e da Ala das Baianas para sua proteção. Inicialmente a expectativa é de produzir 5 mil máscaras, mas segundo Dudu Falcão, diretor de carnaval da Viradouro, a escola vai continuar produzindo para atender o maior número possível de pessoas. Os dias e horários da distribuição, serão divulgados nas redes sociais.

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