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ESCOLAS
DE SAMBA |
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o samba
escolas de samba |
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maior espetáculo da terra, esperado,
assistido e admirado por milhões de pessoas
no mundo inteiro. Um universo de cores, brilhos
e belezas que é uma das maiores manifestações
da cultura, da graça e da beleza de um
Brasil místico e pacífico que
encanta e enche os olhos do mundo. |
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HISTÓRIA: |
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Desde
11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades
da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo
do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida
como Morro dos Telégrafos. Pouco depois, foi instalada
ali perto uma indústria de chapéus que passou a ser
conhecida como "Fábrica de Chapéus Mangueira",
já que a região era uma das principais produtoras
de mangas do Rio de Janeiro. O novo nome era tão forte
que a Central do Brasil batizou de Mangueira a estação
de trem inaugurada em 1889.
Depois
de algum tempo, o Morro do Visconde de Niterói
(Francisco de Paula Negreiros
Saião Lobato) , passou a se chamar "Morro da
Mangueira" e lá surgiu em 1928, uma das mais
tradicionais e populares escolas de samba do Rio de
Janeiro, a Estação Primeira de Mangueira fundada por
Euclides, Satur (Saturnino Gonçalves), Massu (Marcelino
José Claudino), Pedro Paquetá, Abelardo da Bolinha,
Cartola e Zé Espinguela, em uma reunião no famoso
Buraco Quente, a principal via de acesso ao morro.
No entanto, os documentos oficiais datam a criação
da escola em 1929. A Mangueira nasceu a partir do
Bloco dos Arengueiros, um bloco carnavalesco formado
na década de 20 pelos sambistas das redondezas, que
desfilava entre o morro e a Praça Onze. O nome "Estação
Primeira" foi sugerido por causa da primeira
estação da linha de trem, a partir da Central do Brasil,
onde havia samba. As cores verde e rosa foram escolhidas
por Cartola, inspirado nas cores de uma agremiação
carnavalesca de sua infância, o Rancho dos Arrepiados,
e na bandeira verde e grená do Fluminense Football
Club, seu time de coração.
Em 1929, a Mangueira
participou do primeiro concurso entre escolas de samba
da história do carnaval carioca e em 1932 na Praça
Onze venceu o primeiro desfile oficial das escolas
de samba com o enredo "Floresta", de Cartola
e Carlos Cachaça. Desde então a verde-rosa é presença
constante nos desfiles do Rio de Janeiro. No dia 22
de janeiro deste ano, o samba ficou de luto, o Rio
de Janeiro chorou a morte de Dona Zica aos 89 anos,
verdadeiro símbolo da escola de samba Estação Primeira
da Mangueira. Um dos baluartes da escola verde e rosa, Eusébia Silva
de Oliveira Dona Zica, viúva do compositor Cartola,
o melhor diretor de harmonia que a Mangueira já teve,
foi figura ilustre desde a fundação da escola de samba.
Não era para menos: nasceu num domingo de carnaval,
o de 5 de fevereiro de 1913, na Piedade.Não é por
acaso que Dona Zica é considerada por toda a comunidade
do samba a Grande Dama da Mangueira. Em 1978, com
o enredo "Dos Carroceiros do Imperador Ao Palácio
do Samba", recebeu o estandarte de ouro como
Personalidade Feminina e serviu de inspiração para
renomados compositores, entre eles: Nei Lopes, com
"Duas Coroas da Pesada" (que homenageia
também Dona Neuma), Sérgio Cabral e Rildo Hora, em
"Meninos da Mangueira" e seu eterno parceiro
Cartola, com "As rosas não falam, "Nós dois"
e "Tive sim" E "Nós Dois".
Campeã
do Carnaval 2002 ao homenagear o Nordeste, a
Mangueira sai em primeiro lugar no Grupo Especial
em 2003.
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FICHA TÉCNICA:
Cores: Verde e Rosa
Símbolo: Surdo
Localização (Quadra) :Rua
Visconde de Niterói, 1072, Mangueira
Confira os ensaios da escola na Agenda de shows do Rio de Janeiro
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Títulos: |
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1932 |

1933 |

1934 |

1940 |

1949 |

1950 |

1951 |

1954 |

1960 |

1961 |

1967 |

1968 |

1973 |

1973 |

1984 |

1986 |

1987 |

1998 |

2002 |
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SAMBA ENREDO 2011: |
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O Filho Fiel, Sempre Mangueira”
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Carnavalesco
Mauro Quintaes e Wagner Gonçalves
Compositores:Aílton Nunes, Cesinha Maluco, Alemão do Cavaco, Pê, Rifai e Baiano
Intérprete: Zé Paulo Sierra e Ciganerey |
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Quis o criador me abençoar
Fazer de mim um menestrel
Traço o meu passo no compasso
Dos surdos de primeira…
Sou Mangueira!
Trilhei ruas e vielas
Morro de alegria, emoção!
Procurando harmonia, encontrei a poesia
E me entreguei à boêmia
No Buraco Quente, Olaria e Chalé
Com meus parceiros de fé
Trago violão
No Zicartola, Opinião…
Se te encantei com meu talentos
Acabo te vendendo uma canção
Passei… aquela dor venceu espinhos
Amor perfeito em nosso ninho
Que foi desfeito ao luar
Prazer… “me chamam” Nelson Cavaquinho
Tatuei em meu caminho
Seletas obras musicais
Sonhei que folhas secas cobriam meu chão
Pra delírio dessa multidão
Impossível não emocionar
Chorei… Ao voltar para minha raiz
Ao teu lado eu sou mais feliz
Pra sempre vou te amar
Mangueira é nação, é comunidade
Minha festa, teu samba, ninguém vai calar
Sou teu filho fiel, Estação Primeira
Por tua bandeira vou sempre lutar
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