Adeus a Wilson das Neves

Em meio a despedida, serenidade para relembrar os grandes momentos ao lado do sambista Wilson das Neves. Foi neste clima que amigos e parentes se despediram do ícone do nosso samba neste domingo na Quadra da sua Escola do coração, o Império Serrano.

Gilmar Cunha, mestre de Bateria, tentava espantar as lágrimas e a dor da despedida, relembrando o pedido do próprio Wilson das Neves “Ele dizia que quando morresse, não queria tristeza, queria que fizessem samba.”

Buscando atender a este pedido, parentes, amigos e fãs tentavam conter as lágrimas que por vezes insistiam em rolar: “Já é de saudade”, diziam alguns.

Sempre bem humorado, Wilson das Neves era inteligente e também íntegro e parte deixando um imenso legado para a música brasileira. Músico, baterista, compositor após os 60 anos, se reinventou e assumiu os vocais realizando shows por todo Brasil e também fora do país. Inúmeras vezes apresentou-se ao lado de Caetano Veloso, Chico Buarque e outros nomes da Música Brasileira. Tinha o respeito e a admiração de todos.

A despedida do plano terrestre, marca o nascimento para a imortalidade: o mestre de Bateria da Império, Gilmar Cunha, já adiantou que Wilson das Neves será homenageado pela bateria no Carnaval 2018. Carlos Café também garantiu que prestará homenagem em seus próximos shows, tanto a Wilson quanto a Luiz Melodia, que partiu a poucos dias. Segundo Café, a obra de Wilson é imortal e, portanto,  Wilson não se despede nunca e sua obra se tornará cada vez mais forte.

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